segunda-feira, 31 de maio de 2010

...

Como eu dizia, agora é marcar consulta para ver se está mesmo tudo bem comigo.

Não me pagam para isto

O cliente é clinicamente louco. Não me pagam para aturar isto!

Gosto do meu trabalho porque tem muitas tarefas distintas mas nenhuma delas cabe na categoria de terapeuta ocupacional nem babysitter de pessoas com problemas psiquiátricos.

Não é discriminação contra a doença mental ou achar que quem a tem deva ser obrigado a viver uma vida profissional ou pessoal pela metade. Nada disso, e infelizmente sei demasiado bem do que falo.

No entanto, considero que pessoas não inimputáveis e inteligentes, como é o caso, têm a obrigação de procurar ajuda, tratamento. Caso contrário, tornam a vida de quem os rodeia num inferno, tanto no trabalho como em casa.

E se em casa os laços que se criam são fortes, resistem para lá do razoável e permitem perdoar e esquecer quase tudo, no trabalho as coisas são muito diferentes. Não estou disposta a prejudicar a minha vida pessoal e familiar por problemas de trabalho causados por pessoas com problemas mentais que não procuram ajuda.

quinta-feira, 27 de maio de 2010

Back to business

Estou de volta.
A 75% mas de volta.
Viva o trabalho, nem que isso signifique passar o dia agarrada ao Project!

Odeio estar em casa, de molho. Durmo demais, como demais, vejo demasiada TV, vegeto demais. A única coisa boa é ter tempo para ler.

terça-feira, 25 de maio de 2010

Dos livros IV



Acabei de ler "Um homem muito procurado", de John Le Carré.
Gostei, muito.

Descreve muito bem a paranóia pós 11 de Setembro, em que todos os muculmanos são suspeitos à força ou forçados a ter comportamentos suspeitos. Faz-me pensar.

Eu sei que os livros dele são essencialmente histórias de espiões, mas estão muito bem contadas e passam-se no mundo real, no nosso mundo,não no mundo dos 007.

Em casa, de cama

Estou em casa desde ontem à hora de almoço.
Pensei que tomando uns cmprimidos para a febre e dormindo um bocado a coisa passasse. Não passou.

Acordei esta manhã a arder em febre, com dores de garganta, no peito e uma tosse chata e intermitente.
Fui ao médico, a pensar que estava a ser maricas, para arranjar um atestado mas  fiquei a saber que não estou a ser maricas, que estou mesmo doente.

Não tenho tempo para estar doente. Não quero estar doente. Não gosto do shift que  acontece na minha cabeça quando estou doente e me faz ver o mundo com cores mais negras.

Espero acordar amanhã sem febre e sem este estado de espírito.
E, já agora, que esteja um dia de sol!

segunda-feira, 24 de maio de 2010

Dói-me tudo

Estou a sentir-me cansada, dói-me o corpo, dói-me a garganta e acho que estou com febre.
Que raio de maneira de começar a semana!

Não foi sempre a melhorar

Obriguei-me a manter o espírito optimista, mas o dia não foi sempre a melhorar….

Durante a manhã, a reunião que estava marcada para as 10:30 e devia demorar 15 minutos, começou às 11:20 e demorou mais de 2 horas. Como consequência, não consegui ir à consulta da nutricionista que estava marcada para as 11:45 e não consegui ir ao ginásio à hora de almoço porque não tinha comido a meio da manhã. Aliás, estava esganada de fome porque não comida desde as 7:30!

Passei metade da tarde a apoiar intermitentemente o cliente numa apresentação interna para o qual o mesmo cliente não quis preparação (“porque é muuuuito simples e intuitiva, e só vamos ter pessoas internas”) nem pediu a minha presença (“não vale a pena incomoda-la, com tanta coisa que tem para fazer…”) e não consegui fazer nem metade das coisas que tinha programado.

No fim do dia, o meu coleguita recém-chegado resolveu mostrar como ele é que é "o presidente da junta” e tentou descaradamente colocar-me culpas por derrapagens a horas ocorridas antes da sua ausência, com base no seu próprio planeamento.

Enfim… ainda bem que eu estava Zen senão teria tido uma fúria e respondido a toda a gente à letra!

sexta-feira, 21 de maio de 2010

Estou Zen, contra raios e coriscos.

Acordei decidida a ser “zen” e optimista por um dia.

Por isso, depois de verificar que esqueci o telemóvel em casa e de ter demorado 50 minutos para fazer 5 km de carro resolvi que não me vou chicotear psicologicamente, não vou insultar mentalmente os 4 condutores que resolveram ter um encontro imediato logo no início do eixo Norte-Sul para o qual convocaram carros de bombeiros, polícia, INEM e todo o arraial associado, nem vou passar o resto do dia grunhir a toda a gente que se cruzar comigo.

Não, hoje vou ser diferente e por isso o lema é “Depois disto, o dia só pode melhorar!


Amanhã conto se a resolução foi mantida :-)

quinta-feira, 20 de maio de 2010

Ver Blogs

Gosto de descobrir blogs, actualmente sigo uns 10.
Mas ainda não me abandonou a sensação incómoda de voyeurismo. Há sempre uma parte de mim que se sente meio recriminada por estar a espiar o visinho, seja qual for o tema do blog.

Dos livros III

Ontem terminei o "Fazes-me Falta", da Inês Pedrosa.
Tinha uma espectativa imensa em relação ao livro e... fiquei desiludida.
Mas não me vou esquecer dele, pelo hino à "amizade" e pelos 2 murros no estômago que senti ao ler os casos de violência infantil. Até já sonhei com isso..