Dia de cão no trabalho.
Tudo corre mal.
Tudo parece desmoronar-se.
Tanto trabalho acumulado que agora é muito difícil dar conta do recado.
Apetece-me ir apanhar um pifo e voltar dentro de 6 meses.
Vou antes dar um berro bem alto dentro do carro, dormir uma noite e pegar nas coisas amanhã, cheia de força ...espero
quarta-feira, 9 de junho de 2010
Quem tem febre que ponha o dedo no ar
Hoje, que ela tem consulta marcada, acordou fresca que nem uma alface, sem febre, anda toda animada e com uma fome descomunal.
O que e que faço?!?!?!
Quem tem febre que ponha o dedo no ar, que por aqui não temos disso.
O que e que faço?!?!?!
Quem tem febre que ponha o dedo no ar, que por aqui não temos disso.
terça-feira, 8 de junho de 2010
Febre da filha... e da mãe
O feriado da última 5ª feira foi um dia “quase quase quase” perfeito; só faltou conseguir namorar um bocadinho. Foi tão bom que resolvi não abrir o portátil à noite, para não estragar a perfeição. :-)
O fim-de-semana também foi óptimo, conseguimos fazer imensa coisa todos juntos e meter amigos ao barulho, foram verdadeiros “programas família”, com amigos e cheios de putos. Já nos assumimos como “os Silva-Pinto” e tudo! Foram programas de cota mas estou feliz.
Mas o fim-de-semana chegou ao fim, com ele chegou a febre dela, cerca de 40º, e chegou o fim da bonança...
Quando Ela está doente eu fico fora de mim. Fico nervosa, triste, ansiosa, sem capacidade de discernimento e os meus complexos de culpa de mãe-trabalhadora-que-está-pouco-tempo-por-dia-com-a-criança vêm todos ao lume e não ajudam nada. Uma das minhas primeiras reacções é ligar ao pediatra, desesperada… O Caramelo bem me tenta acalmar e minimizar a doença, mas isso parece ter o efeito contrario em mim.
Resultado: ando triste e em baixo, não ligeui logo ao pediatra mas discuti com o Caramelo e magoei-o, a miúda anda chochinha, está a tomar ben-u-ron de 8 em 8 horas e só quer estar quietinha ao colo, eu fiquei em casa ontem, a cuidar dela, quando o Pai podia perfeitamente ter feito isso (e ficou ofendido por eu não ter “confiado” nele).
Hoje já estou mais calma, já vim trabalhar. Ela continua com febre mas já é menos alta e está em casa toda contente com o Pai… e vai amanhã ao pediatra para se ver o que tem.
No fim de tudo fiz uma tempestade num copo de água e é assustador deparar-me com todo o trabalho que os happy days e a minha crise existencial deixaram acumular!
O fim-de-semana também foi óptimo, conseguimos fazer imensa coisa todos juntos e meter amigos ao barulho, foram verdadeiros “programas família”, com amigos e cheios de putos. Já nos assumimos como “os Silva-Pinto” e tudo! Foram programas de cota mas estou feliz.
Mas o fim-de-semana chegou ao fim, com ele chegou a febre dela, cerca de 40º, e chegou o fim da bonança...
Quando Ela está doente eu fico fora de mim. Fico nervosa, triste, ansiosa, sem capacidade de discernimento e os meus complexos de culpa de mãe-trabalhadora-que-está-pouco-tempo-por-dia-com-a-criança vêm todos ao lume e não ajudam nada. Uma das minhas primeiras reacções é ligar ao pediatra, desesperada… O Caramelo bem me tenta acalmar e minimizar a doença, mas isso parece ter o efeito contrario em mim.
Resultado: ando triste e em baixo, não ligeui logo ao pediatra mas discuti com o Caramelo e magoei-o, a miúda anda chochinha, está a tomar ben-u-ron de 8 em 8 horas e só quer estar quietinha ao colo, eu fiquei em casa ontem, a cuidar dela, quando o Pai podia perfeitamente ter feito isso (e ficou ofendido por eu não ter “confiado” nele).
Hoje já estou mais calma, já vim trabalhar. Ela continua com febre mas já é menos alta e está em casa toda contente com o Pai… e vai amanhã ao pediatra para se ver o que tem.
No fim de tudo fiz uma tempestade num copo de água e é assustador deparar-me com todo o trabalho que os happy days e a minha crise existencial deixaram acumular!
quarta-feira, 2 de junho de 2010
A vida é como os interruptores...
“A vida é como os interruptores: ora para cima, ora para baixo.” E o meu cliente actual é como a vida mas ainda mais animado porque está em plena crise de mania bipolar.
A apresentação de hoje correu bem, a vida dele está para cima e agora a nossa também.
Vou aproveitar para por em dia ao meu plano de trabalho, até à próxima descompensação….
A apresentação de hoje correu bem, a vida dele está para cima e agora a nossa também.
Vou aproveitar para por em dia ao meu plano de trabalho, até à próxima descompensação….
Dreaming of:
espuma dos dias,
trabalho
segunda-feira, 31 de maio de 2010
Não me pagam para isto
O cliente é clinicamente louco. Não me pagam para aturar isto!
Gosto do meu trabalho porque tem muitas tarefas distintas mas nenhuma delas cabe na categoria de terapeuta ocupacional nem babysitter de pessoas com problemas psiquiátricos.
Não é discriminação contra a doença mental ou achar que quem a tem deva ser obrigado a viver uma vida profissional ou pessoal pela metade. Nada disso, e infelizmente sei demasiado bem do que falo.
No entanto, considero que pessoas não inimputáveis e inteligentes, como é o caso, têm a obrigação de procurar ajuda, tratamento. Caso contrário, tornam a vida de quem os rodeia num inferno, tanto no trabalho como em casa.
E se em casa os laços que se criam são fortes, resistem para lá do razoável e permitem perdoar e esquecer quase tudo, no trabalho as coisas são muito diferentes. Não estou disposta a prejudicar a minha vida pessoal e familiar por problemas de trabalho causados por pessoas com problemas mentais que não procuram ajuda.
Gosto do meu trabalho porque tem muitas tarefas distintas mas nenhuma delas cabe na categoria de terapeuta ocupacional nem babysitter de pessoas com problemas psiquiátricos.
Não é discriminação contra a doença mental ou achar que quem a tem deva ser obrigado a viver uma vida profissional ou pessoal pela metade. Nada disso, e infelizmente sei demasiado bem do que falo.
No entanto, considero que pessoas não inimputáveis e inteligentes, como é o caso, têm a obrigação de procurar ajuda, tratamento. Caso contrário, tornam a vida de quem os rodeia num inferno, tanto no trabalho como em casa.
E se em casa os laços que se criam são fortes, resistem para lá do razoável e permitem perdoar e esquecer quase tudo, no trabalho as coisas são muito diferentes. Não estou disposta a prejudicar a minha vida pessoal e familiar por problemas de trabalho causados por pessoas com problemas mentais que não procuram ajuda.
quinta-feira, 27 de maio de 2010
Back to business
Estou de volta.
A 75% mas de volta.
Viva o trabalho, nem que isso signifique passar o dia agarrada ao Project!
Odeio estar em casa, de molho. Durmo demais, como demais, vejo demasiada TV, vegeto demais. A única coisa boa é ter tempo para ler.
A 75% mas de volta.
Viva o trabalho, nem que isso signifique passar o dia agarrada ao Project!
Odeio estar em casa, de molho. Durmo demais, como demais, vejo demasiada TV, vegeto demais. A única coisa boa é ter tempo para ler.
terça-feira, 25 de maio de 2010
Dos livros IV
Acabei de ler "Um homem muito procurado", de John Le Carré.
Gostei, muito.
Descreve muito bem a paranóia pós 11 de Setembro, em que todos os muculmanos são suspeitos à força ou forçados a ter comportamentos suspeitos. Faz-me pensar.
Eu sei que os livros dele são essencialmente histórias de espiões, mas estão muito bem contadas e passam-se no mundo real, no nosso mundo,não no mundo dos 007.
Em casa, de cama
Estou em casa desde ontem à hora de almoço.
Pensei que tomando uns cmprimidos para a febre e dormindo um bocado a coisa passasse. Não passou.
Acordei esta manhã a arder em febre, com dores de garganta, no peito e uma tosse chata e intermitente.
Fui ao médico, a pensar que estava a ser maricas, para arranjar um atestado mas fiquei a saber que não estou a ser maricas, que estou mesmo doente.
Não tenho tempo para estar doente. Não quero estar doente. Não gosto do shift que acontece na minha cabeça quando estou doente e me faz ver o mundo com cores mais negras.
Espero acordar amanhã sem febre e sem este estado de espírito.
E, já agora, que esteja um dia de sol!
Pensei que tomando uns cmprimidos para a febre e dormindo um bocado a coisa passasse. Não passou.
Acordei esta manhã a arder em febre, com dores de garganta, no peito e uma tosse chata e intermitente.
Fui ao médico, a pensar que estava a ser maricas, para arranjar um atestado mas fiquei a saber que não estou a ser maricas, que estou mesmo doente.
Não tenho tempo para estar doente. Não quero estar doente. Não gosto do shift que acontece na minha cabeça quando estou doente e me faz ver o mundo com cores mais negras.
Espero acordar amanhã sem febre e sem este estado de espírito.
E, já agora, que esteja um dia de sol!
segunda-feira, 24 de maio de 2010
Dói-me tudo
Estou a sentir-me cansada, dói-me o corpo, dói-me a garganta e acho que estou com febre.
Que raio de maneira de começar a semana!
Que raio de maneira de começar a semana!
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